Over Sea. Under Stone.

Over Sea. Under Stone.

O ritmo: o sentido infinito. 

O ritmo dentro de nós que se multiplica e repete continua(da)mente, a cada batimento do tempo. Rufos descompassados à procura de uma melodia, um sentido. Que não virá. Mas que não consentiríamos se a sua ausência, por algum motivo, nos ultrapassasse. 

É nesta busca subliminar que nos definimos, que definimos os outros, que definimos tudo e, na maior parte do tempo, indefinimos para tentar (re)definir. 

O ritmo. 

Que marca a passagem. Que nos marca. Um triângulo ponderado entre o que pensamos, o que somos, o que fazemos. Do labirinto racional à espontaneidade dos gestos. 

Tudo o que temos: Over Sea. Under Stone. 




Martin Johansson, Over Sea. Under Stone.

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