Lembra-me um sonho lindo
Do alto da serra vêem-se de longe a longe, de cima, os aglomerados de casas das pequenas aldeias revestidas a branco e cor-de-laranja, das paredes e dos telhados. Nos vales imensos de onde são um pequeno ponto, as aldeias assemelharam-se a mim como as pessoas. Que (re)pousam em vales e se protegem com as outras, mas também umas das outras. Escondidas, cada vez mais. E lindas. Quando vistas, quando descobertas. Na sua pureza branca e cor-de-laranja de fundo verde. As pessoas crescem por dentro, como as aldeias, mas não se revelam por dentro. Ficamo-nos pela mancha de cores que transmitem, difusa. Ao longe. Enquanto nos perdemos entre as curvas e entrecurvas da serra imensa. Também ela linda.
Do alto da serra vêem-se de longe a longe, de cima, os aglomerados de casas das pequenas aldeias revestidas a branco e cor-de-laranja, das paredes e dos telhados. Nos vales imensos de onde são um pequeno ponto, as aldeias assemelharam-se a mim como as pessoas. Que (re)pousam em vales e se protegem com as outras, mas também umas das outras. Escondidas, cada vez mais. E lindas. Quando vistas, quando descobertas. Na sua pureza branca e cor-de-laranja de fundo verde. As pessoas crescem por dentro, como as aldeias, mas não se revelam por dentro. Ficamo-nos pela mancha de cores que transmitem, difusa. Ao longe. Enquanto nos perdemos entre as curvas e entrecurvas da serra imensa. Também ela linda.
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